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"É um tempo de poucos sonhos, de pouca coragem, de irracionalidades, de dores, injustiças, barbárie. Mas sinto que amanhã é dia de luta, assim como foi o dia de ontem e como sempre será: acasos, recomeço, tormentas e novos caminhos a serem trilhados pelos pés da história..."
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Exportação do Bolsa Família
A declaração do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva é de que o Bolsa Família deverá ser levado a África. A idéia do ex-presidente é que o programa de transferência de renda seja exportado como modelo de programa social para os países da África, continente que vai ser uma das ênfases de seu futuro instituto.
A "exportação" dos programas, segundo anunciou Lula durante sua viagem à Europa na semana passada, vai começar por países de língua portuguesa. A ênfase será em projetos de agricultura familiar de microcrédito e programas como o Bolsa Família. Ainda não há nenhuma data prevista para a exportação dos projetos, que Lula disse querer adaptar à realidade dos países africanos. "Tem que ser com muito cuidado, porque eu também não posso chegar lá com o pacote pronto e achar que pode ter resultado. A gente só abre a geladeira na casa dos outros depois que pedir para o dono. E se for educado não abre. Então não posso chegar com políticas prontas. Quero discutir com eles como nós fizemos para ver se há a possibilidade de fazermos nesses programas que deram certo no Brasil", disse. Na semana passada, em Londres, o ex-presidente fechou parcerias com a presidente da Oxfam, Bárbara Stocking, para projetos na África. "Ele [Lula] está muito interessado na África e para nós será ótimo usar sua experiência em projetos como o Bolsa Família", declarou Stocking à Folha após o encontro. Em seus dois mandatos presidenciais, Lula visitou 29 países africanos. "Nós fizemos em oito anos o que não foi feito em um século na África." "Nós fizemos em oito anos o que não foi feito em um século na África", disse o ex-presidente.
terça-feira, 22 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
18 anos do Código de Ética Profissional
Neste domingo, 13 de março, o Serviço Social está em festa. O Código de Ética do/a Assistente Social, instrumento vivo e efetivo de compromisso da categoria com a qualidade dos serviços prestados à população usuária e em defesa da ética, dos direitos e da emancipação humana, completa 18 anos de existência.
Para celebrar este documento histórico da profissão e reafirmar sua importância no cotidiano de cada um/a dos/as 93 mil assistentes sociais do Brasil, o CFESS tem lançado, desde o início do ano de 2011, uma série de materiais comemorativos.
O primeiro deles foi a Agenda 2011 do/a Assistente Social, que teve como tema: "Código de Ética e Lei de Regulamentação: 18 anos em movimento na defesa de direitos". Em seguida, em fevereiro, o Conselho Federal publicou a nona edição, revista e atualizada, do Código de Ética Profissional, que incluiu: as modificações na Lei de Regulamentação da profissão (Lei n.º 8.662/1993), decorrentes da aprovação da Lei n.º 12.317/2010, que instituiu a jornada de trabalho de 30 horas semanais sem redução salarial para assistentes sociais; a incorporação das novas regras ortográficas da língua portuguesa, assim como à numeração sequencial dos princípios fundamentais do Código; e, ainda, o reconhecimento da linguagem de gênero, adotando-se em todo o texto a forma masculina e feminina simultaneamente.
Agora, no dia em que o documento completa sua "maioridade", o CFESS apresenta uma produção especial que inclui cartaz, adesivo, botton, marcador de página e, principalmente, um CFESS Manifesta. "Nossa homenagem se dirige aos/às estudantes de Serviço Social, aos/às mais de 93 mil assistentes sociais inscritos/as nos CRESS de todo o Brasil, e em especial àqueles/as que dedicam horas de seus dias para militar nas entidades da categoria (Conjunto CFESS-CRESS e ABEPSS), e que trabalham e lutam cotidianamente para materializar os princípios e diretrizes que se consubstanciam no Código e para consolidar o Serviço Social brasileiro como uma profissão comprometida com os direitos da classe trabalhadora, nosso compromisso maior", afirmou a presidente do CFESS, Ivanete Boschetti.
Leia a matéria completa e o CFESS Manifesta dos 18 anos do Código de Ética Profissional
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Por uma infância sem racismo
NOVA CAMPANHA DO UNICEF
CONTRA O RACISMO
Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo

1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.

2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer – contextualize e sensibilize!

3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.

4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente. Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.

5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.

6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.

7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.

8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.

9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.

10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
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